segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Passei por umas situações complicadas, difíceis e ridículas durante todo esse tempo. Acredito que essa seja a atualização mais rápida que posso fazer.

E troquei de url. =)

Não que eu esteja por lá há muito tempo, vá ficar pra sempre, vá trocar de novo, sei lá, não sei de mais nada mesmo, nunca soube.

http://shshakin.blogspot.com.br/

segunda-feira, 18 de março de 2013

Fetranspor: amor verdadeiro

Desde ontem estava decidido que eu faltaria à aula de Arqueologia, não por ter mais resumos de outra matéria pra fazer, mas por falta de ânimo mesmo. Era a última aula e essa foi a disciplina que eu mais gostei desde que comecei a faculdade. Após essa informação, tente só imaginar como está sendo frequentar as outras aulas. 
Terminei meus resumos cedo demais (mentira, nunca é cedo demais para se acabar um trabalho), e aí... dilúvio. Mesmo assim, precisei sair de casa pra pagar uma conta. Eu tenho 18 anos há sete meses e nego já tá querendo me botar no SPC, sou Becky Bloom assim, só que sem emprego. 

No caminho pro ponto de ônibus, tirei o cartão de passagem da bolsa e coloquei no bolso de trás, pra agilizar quando fosse pegar a condução. Enquanto andava, eu pensei: "Pô, do lado esquerdo é mais fácil de pegar o cartão, vou trocar." 
...
Aí troquei o cartão, coloquei no bolso esquerdo, usando a mão direita, ou seja, me contorci na rua. Quando fui atravessar, bati na bunda e... Cadê meu bilheteúniconiteróiiiiii???? Pensei em voltar e ver se achava no chão, no primeiro passo que dei, voltou a chover. 

"Vou voltar porra nenhuma, corro lá na fetranspor e eles fazem uma segunda via pra mim rapideco"

Quarenta minutos na fila e eu resolvi perguntar pro segurança que tava passando, como quem não quer nada, o que fazer em caso de perda. Aí ele disse que tinha que cancelar, mas isso só no site, imprimir um boleto, pagar na lotérica "a pequena taxa de R$17,50", esperar três dias úteis, voltar lá e fazer um novo cartão. 

MERMÃÃO... Eu estudo no cu do conde, pago 24 reais todo dia nessa merda de passagem. 

Aí eu corri no shopping, dei 50 centavos pra usar o banheiro, me tranquei na cabine, fechei a privada, forrei a tampa com papel, sentei e chorei de soluçar por uns 10 minutos. 

Enquanto isso, na cabine ao lado, a tia da limpeza cantava. 

Paguei minha conta, voltei pra casa e, antes de cancelar, dei uma olhada no relatório de uso. Meu cartão já está em São Gonçalo.

Fim.

sábado, 16 de março de 2013

Antes de qualquer coisa, quero agradecer pela solidariedade de vocês com aquela questão do adoçante. Já foi resolvida. Comprei mais dois e, agora, deixo um na bolsa e outro no meu quarto. Não confrontei minha mãe nem nada, porque ela seria capaz de me fazer engolir um pacote de açúcar.

Acho que, quanto mais minha vida se afunda na merda, menos eu venho aqui expor isso. Engraçado, porque o sentido de ter um blog pessoal é não acumular esses sentimentos ruins. É claro que eu preciso ser do contra. Necessidade de sofrer quietinha quando as coias são mais sérias, talvez seja pela incapacidade de formular uma boa piada.

O lado bom disso tudo é que nada funciona como a dieta do desgosto. E lá se vai o peso que eu ganhei enquanto estava nervosa com a apresentação de um trabalho...

segunda-feira, 11 de março de 2013

Só não mexam com meu Zero-Cal

Sumiram com meu Zero-Cal. Tô cheia de trabalhos, relatórios, resenhas, seminários, mas para tudo, porque o Zero-Cal sumiu e o mundo precisa saber. Eu deixo em casa e levo pra faculdade na bolsa, porque aquela cantina (que não é cantina, mas rola toda uma preguiça de descrever o cenário, por favor, aceitem cantina como definição) só tem açúcar. Tenho certeza que usei hoje. Ando maluca, eu sei mas a perseguição da minha mãe não é (não pode ser) fruto da minha cabeça. As indiretas, as diretas, os pratos já prontos com mil comidas na hora do almoço, a proibição dos chás, as batidinhas na porta quando eu tô há 3 minutos no banheiro...

Sendo assim, concluo que a senhora de meia idade do quarto ao lado surrupiou meu adoçante. 

Esse post não foi patrocinado por Zero-Cal e parece perturbado devido ao uso excessivo de Guaramil.

Que também não deu um centavo pela divulgação de seu produto. 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O que fazer?

- E quando acabar o Franol, vai tomar ECA como?

- E se as federais entrarem em greve de novo, o que você vai fazer?

- E se o seu pai te ligar?

- E se sua mãe descobrir essa tatuagem enorme na sua costela?

- E esse zero no seu histórico, das matérias que você abandonou e reprovou pro falta, quando vai refazê-las?

- E se não der tempo de estudar toda a matéria do semestre pra prova de quinta?


Olha, NÃO SEI.

Fiz uma análise mentalmente, sobre os próximos passos que devo seguir, um de cada vez, como me foi sugerido. Acabei percebendo que tantas coisas dependem de outras e que dependem de outras e que me deixam maluca. Aí eu desisto de tudo e termino como estou agora: sem coragem de checar o e-mail e deitada na cama com o mesmo short que voltou sentado nas barcas e no chão do ônibus. Um abraço apertado, anticorpos. 

Ainda pretendo repensar meus próximos passos, ver se dessa vez eu não piro, trocar a roupa de cama e tomar um banho. Não necessariamente nessa ordem.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Eu decidi que ia me afastar por um tempo, até o período da faculdade acabar, sei lá, tentar levar a vida normalmente por umas semanas. Talvez eu esteja focando em tantas coisas, que acabe não focando realmente em nada. Ainda não me animei pra voltar a me exercitar, não consigo ingerir, por dia, menos de 700 calorias. Cadê a minha real determinação? O desânimo alcançou todas as coisas que eu faço. Digo, fazia.

Aí eu acordei e as costelas, juntamente aos ossos do quadril, resolveram se mostrar pra mim, em frente ao espelho, às 6 da manhã. Desabei na cama e dormi novamente. Desisti de enfrentar o dia. Resolvi adiar o estrago do corpo com o qual eu acordo para a hora do almoço.

Eu preciso encarar as minhas responsabilidades, porque, agora, só eu sofro as consequências e ninguém pode me amparar ou fazer qualquer coisa por mim.

Talvez eu só deva reduzir esse ritmo, mas ainda assim, estaria com algo ocupando a minha mente.

Solução: Tapar todos os espelhos do mundo.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

I'm back

Estou enrolando pra escrever aqui desde ontem, eu acho. Ando meio cansada demais pra internet. Na verdade, é o medo das responsabilidades. Medo de abrir um trabalho deixado pela metade no Word, de receber e-mail com algum assunto relacionado à faculdade, de pegar o mapa no Google pra descobrir como chegar em uns mil lugares que eu tenho que ir pra ter aula/fazer relatórios. Essas várias coisas que eu vou ter que fazer mais cedo ou mais tarde (sou burra e escolho a segunda opção) começaram a perturbar minha cabeça nos últimos dias da viagem. A essa altura, eu já havia descoberto que não sirvo pra pular carnaval, meu ânimo, minha paciência e meu bom humor (às vezes ele dá as caras) não sobrevive até o amanhecer nem com mais tequila. Então, percebendo que nada mais me distrairia em Cabo Frio, eu comecei a pensar naquilo que vinha pensando antes de viajar, em como tudo deu certo, só que de um jeito completamente errado. Ê, insatisfação!

Continuo tentada a deitar no chão, na cama, no sofá e não levantar mais. Agora, percebo que a culpa pelo estado melancólico não era do tempo chuvoso em janeiro. Vou tentar me mexer novamente, a tatuagem não está mais dolorida e, ainda assim, eu não voltei a me exercitar, nem por 5 minutos. O máximo que ando fazendo é escolher caminhos mais longos quando tenho que resolver algo na rua, aí passo no shopping, bato perna. Nas últimas semanas, consegui voltar a pintar as unhas. Incomoda quando fico desleixada comigo mesma. Ainda estou enrolando para fazer uma hidratação no cabelo, mas talvez ele aguente mais uns dias. Conseguir comprar alguns (mentira, foi coisa pra caramba) cosméticos já representou algum avanço. Conseguir arrancar aquele cartão da carteira da minha mãe foi um grande passo.

Após um breve momento de reflexão, percebi que estou sentindo saudades do shopping. Vou sacrificar algumas xeroxes para ir ao cinema, na quarta. Não aguento mais acumular filmes fora de cartaz pra ver no computador, sendo que, eu nunca vejo.

Então, é isso, mais um post mal estruturado, sem pé nem cabeça, com assunto indefinido, voltei a tomar 2l de chá verde por dia.